David Dias

Pix, como funciona? O que é e Como usar?

Pix, como funciona? O que é e Como usar?

A era digital já é essencial no ramo de serviços, comércio, entretenimento, finanças, dentre outros.

No setor financeiro, o Pix é um novo sistema de pagamento onde as instituições financeiras em atividade no Brasil podem interagir em transações bancárias que duram menos de 10 segundos.

Você quer saber sobre Pix, como funciona, o que é e como você pode utilizar esse novo método revolucionário de mandar e receber dinheiro, então veja este artigo até o final.

O novo método de pagamento eletrônico instantâneo que está sendo aprimorado está em fase de cadastro de clientes e será lançado em 16 de novembro de 2020.

Para os interessados no serviço, o cadastro de chaves de acesso já está sendo disponibilizado pelas instituições financeiras desde o dia 5 de outubro deste ano. Bom, veja mais sobre o assunto neste artigo e entenda o quanto esse serviço será bom para muitos e ruins para alguns.

Pix: O que é?

O Pix é uma plataforma de pagamento desenvolvida pelo BC (Banco Central) que irá permitir a realização de transferências bancárias a qualquer instante, não importando o dia ou a hora. 

Ou seja, se você deseja transferir dinheiro da sua conta bancária para outra pessoa em um domingo à tarde, com o Pix você poderá fazer isso de forma instantânea.

Em menos de 10 segundos o envio e recebimento de dinheiro são concluídos com o novo método de transação. 

Além da transação ser instantânea, outro ponto que deve ser destacado é que ela é sem ônus, pondo em xeque o atual serviço de DOC (Documento de Ordem de Crédito) e TED (Transferência Eletrônica Disponível) que geram custos e levam dias para concluir uma transação. 

Provavelmente você já está acostumado a esperar alguns dias úteis para que o dinheiro de um pagamento caia em sua conta. Com o Pix, você deve aguardar no máximo alguns segundos.

Se você é cliente de algum banco é muito provável que já tenha recebido e-mails falando sobre o Pix e sobre o cadastro no serviço.

Em todo caso, o Pix é um serviço confiável – ainda que ele não tenha sido lançado no dia em que este artigo está sendo escrito – e pode ser analisado com base nas criptomoedas. 

Todavia, é claro que a estrutura de um serviço de criptomoedas é diferente do Pix desenvolvido pelo BC, mas o conceito de transferência e segurança são semelhantes. 

Se você está em dúvida, é muito importante ler este artigo até o final e de preferência buscar mais conteúdos sobre o assunto antes de cadastrar uma chave e utilizar o serviço assim que for liberado.

Pix, como funciona?

O Pix é um serviço que será acessado por meio de aplicativo em celular, tablet ou computador.

Portanto, a função já vem incluída no app de bancos, instituições financeiras e empresas que se interessam em oferecer o serviço aos seus clientes. O serviço funciona com criptografia de ponta e chave de acesso. 

O Pix utiliza SPI (Sistema de Pagamentos Instantâneos) como estrutura de sua plataforma. Contudo, essa estrutura foi estabelecida de acordo com o comunicado 32.927, realizado oficialmente pelo Banco Central no dia 21 de dezembro de 2018. 

O mesmo comunicado foi atualizado em 28 de agosto de 2019 identificado pelo número 34.085. Todavia, é relevante que você saiba sobre isso para entender em detalhes toda a estrutura de funcionamento do Pix e pesquisar mais sobre o assunto.

Pix, como funciona: Chave de acesso Pix

Para um cliente de uma instituição financeira utilizar o serviço ele terá que cadastrar uma chave de acesso.

Essa chave pode ser o CPF, e-mail, telefone, CNPJ ou um código de 32 dígitos que deve ser gerado de forma exclusiva. 

Ao todo, cada cliente poderá cadastrar até cinco chaves em uma única instituição financeira.

Por exemplo, a chave de e-mail só pode ser cadastrada no banco “X” uma única vez. Sendo assim, ficará restando outros quatro cadastros que também só poderão ser feitos uma vez. 

Entretanto, o mesmo e-mail poderá ser cadastrado como chave em outro banco, assim como o CPF, CNPJ, telefone e código de 32 dígitos.

Pix, como funciona: QR Code

O serviço também funciona com a geração de QR Code, que poderá ser acessado pela câmera de um celular para enviar ou receber dinheiro.

Entretanto, os códigos poderão ser criados para serem fixos ou variáveis, podendo o comerciante utilizar um tipo de QR Code para cada situação. 

Por que Pix?

O Pix não é uma sigla, mas sim um termo que busca apontar para conceitos de tecnologia atuais. Sendo assim, a palavra faz uma analogia simples a pixel, e segue como um nome que agradou aos criadores do serviço.

Portanto, é fundamental que o Pix não seja confundido com uma sigla ou criptomoeda. Por mais que o serviço seja semelhante em diversos aspectos a uma criptomoeda, existem diferenças importantes entre os dois.

O Pix usa um sistema que é muito semelhante à estrutura utilizada pelo blockchain. Entretanto, não pode ser considerado um blockchain porque o sistema responsável pelo Pix está centralizado no Banco Central. 

Um sistema semelhante ao Pix já é utilizado na Zona Única de Pagamentos na Europa, concentrando na região pagamentos eletrônicos instantâneos, porém, centralizados.

Como pagar com Pix?

As compras realizadas em diversos estabelecimentos poderão ser pagas com Pix apontando a câmera do celular para o QR Code do produto. Esse método já é utilizado no Brasil em carteiras digitais como Mercado Pago e PicPay. 

Todavia, para qualquer pessoa utilizar o Pix para efetuar pagamento de produtos e serviços, basta ter conta em uma das instituições financeiras que já estão oferecendo o cadastro das chaves e solicitar o cadastro de ao menos uma chave de acesso. 

Você também poderá fazer transferências de dinheiro de forma instantânea para uma pessoa física ou jurídica.

Para isso, basta acessar a chave Pix desta pessoa ou empresa e enviar a quantia de dinheiro por meio do serviço. 

Entretanto, o serviço seguirá limites de transferência diária como já acontece hoje.

Além disso, se houver alguma suspeita de fraude, a transação poderá levar 30 minutos para ser concluída até que o Banco Central avalie a situação.

Custos Pix: Quais são as taxas?

O Pix será uma modalidade de pagamento gratuita para pessoas físicas, com um custo bem pequeno para pessoas jurídicas. No sistema atual de pagamentos, conhecido como MDR (merchant discount rate), são cobradas três tarifas em cada transação.

Elas são: tarifa de intercâmbio, a de bandeira e a tarifa cobrada pelas empresas de maquininha. Esse é um sistema composto de vários agentes participativos, o que acaba gerando custos ao longo de um simples processo de envio de dinheiro. 

Já o Pix terá somente o Banco Central envolvido no processo de envio e recebimento de dinheiro para poder operar. Desta forma, não serão cobradas taxas para as transações.

Um exemplo disso é que, nas vendas realizadas com QR Code, o consumidor consegue pagar por um serviço ou produto com um celular em mãos, substituindo assim as maquininhas de cartão. 

O custo do serviço para as instituições financeiras assim que o serviço passar a funcionar é de R$ 0,01 a cada 10 transações realizadas. Ou seja, um custo potencialmente baixo e que viabiliza o serviço de forma gratuita.

Alguns bancos já declararam que irão oferecer o Pix para pessoas jurídicas de forma gratuita.

O ideal é que você veja com seu banco se o serviço será oferecido já na data de lançamento oficial e quais as condições de uso. De modo geral, o Banco Central determina as regras de funcionamento e taxas que poderão ser cobradas. 

Sendo assim, essas são as principais informações sobre o que é Pix, como funciona o método de pagamento e como ele será utilizado logo quando for lançado. 

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Sobre o autor | Website

David Dias é especialista em Vendas Online, SEO e Google Adwords. Formado em Marketing pela Universidade Nove de Julho no ano de 2009 trabalha há mais de 7 anos como consultor de SEO em São Paulo. Com ampla experiência no mercado digital já trabalhou em grandes empresas como FCA, Moura e SONAE Sierra Brasil.

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